domingo, 17 de julho de 2011

PROGRAMA NA LAGOS TV, DIA 15/07/2011

AMIGAS, DIA 15 DE JULHO PARTICIPEI DO PROGRAMA BEM VINDO AO PARAÍSO COM O APRESENTADOR TONY FONSECA.
FUI CONVIDADA PELA ELIANE, PROPRIETÁRIA DO SALÃO ROUGE, EM CABO FRIO, PARA ESCLARECER O ASSUNTO FORMOL.
QUE TODAS NÓS SABEMOS QUE  É PROIBIDO POR LEI E A SUBSTÂNCIA É CANCERÍGENA, MAIS INFELIZMENTE MUITOS PROFISSIONAIS AINDA NÃO PARARAM DE TRABALHAR COLOCANDO SUA VIDA E A VIDA DAS CLIENTES EM RISCO!
ALGUMAS FOTOS PRA VOCÊS DESSE MEU MOMENTO:





sábado, 4 de junho de 2011

Carbocisteína e Ácido Glioxílico


O novo boom do mercado de cosméticos capilares são : a carbocisteína e o ácido glioxílico. Mais, a pergunta que não quer calar: O que são e para que servem?
Meninas, antes de mais nada sabemos que as clientes e profissionais, estão querendo se livrar do formoldeído, e para isso a indústria de cosméticos capilares está investindo em outros ativos, mais será que funcionam mesmo?
E a segurança dos profissionais e clientes?
Por isso pesquisei alguns tópicos na internet e revistas e coloquei aqui no blog. 




CARBOCISTEINA

Derivada de um aminoácido (parte da proteína) chamado L-cisteina, a carbocisteina confere força e resistência aos fios, reparando as fibras capilares devido a sua alta bioafinidade com os fios. Por apresentar uma estrutura molecular menor, penetra no córtex e forma ligações fundamentais para reforçar sua estrutura. Essas ligações são responsáveis pelas ondas que aparecem nos cabelos e permite ao cabeleireiro moldá-lo. Acredita-se que devido a sua alta afinidade com a queratina, a carbocisteina atue adesivas as cutículas danificadas dos fios, o que justifica seu efeito hidratante, condicionador e restaurador. Como já foi dito, a carbocisteina sozinha não alisa, por isso é necessária sua associação com uma cadeia de aminoácidos, que são moléculas de baixo peso e que atuam agentes de retenção de moléculas de água.

ÁCIDO GLIOXÍLICO 

ácido glioxílico ou ácido formilfórmico é um ácido orgânico de fórmula OHC-COOH, e é o mais simples dos ácidos-aldeídos. Consiste numa forma modificada do ciclo dos ácidos tri carboxílica que ocorre na maioria das plantas e microorganismos, mas não nos animais superiores. Este acido libera substancias (aldeídos) que promovem a quebra das pontes de cistina. Por ter um pH alto, quando aplicado no cabelo, dilata as cutículas, permitindo assim a entrada do ativo alisante, para que ele possa agir no interior do fio, ou seja, no córtex. Lá, rompe boa parte das pontes de enxofre, que ficam entre dois aminoácidos chamados de cistina, um dos 18 aminoácidos que formam a fibra capilar e é responsável por sua resistência e forma. Segundo Patrícia Morais, gerente de marketing técnico da Pic, fornecedora da matéria prima acido glicoxílico, este ativo oferece variação no seu poder de alisamento conforme a quantidade utilizada. Pode ser usado em concentração de 1% a 20% e o resultado também depende do cabelo.

E  ALISAM MESMO?

Nos estudos realizados com carbocisteina, percebesse uma redução no volume de cerca de 90% e um alisamento quase que total em cabelos louros. E em fio virgens em até 50%. Vale destacar que pode haver um desbotamento de 1 a 2 tons

QUAL A DIFERENÇA?



Dois pontos chamam a atenção. O primeiro é que o procedimentos de redução de volume com estes ativos apresentam pH bem acido, entre 1 e 1,5 para acido glicoxílico (após a manipulação feita pelos laboratórios) e entre 1,5 e 2,0 para as formulações com carbocisteina. Mas a de se ter cuidado com as várias aplicações por os produtos serem muito ácidos e comprometer a fibra capilar. Outro ponto é que os dois ativos devem ser removidos (lavados) no mesmo dia, cerca de 20 minutos em média, após o processo de escovação e piastra, devido à alta acidez dos mesmo. Quanto à durabilidade temos entre 7 a 10 lavações para o ácido glioxílico, dependendo na sua concentração, e entre 50 a 60 lavações para a carbocisteina.

Quanto à incompatibilidade com outros produtos de alisamento ou coloração, ainda não se tem informação, mas deve-se cuidar com relação aos produtos que contenham metais (henne, henna etc...). Sempre devemos ter a atenção redobrada quando falamos em produtos químicos e fizer sempre um bom diagnostico.

Sempre é bom conversar com a cliente sobre a existência de problemas, como queda dos fios ou couro cabeludo sensível, alergias e histórico recente de irritações ou dermatites.

Quanto à aprovação pela ANVISA, os dois ativos são liberados como produtos de grau1, ou seja, cosméticos destinados a proteção e tratamento dos fios, e que levam a denominação de xampu, condicionador ou defrisante. Para que possam adquirir a classificação de grau 2 (os que tem a capacidade de transformar a estrutura capilar), muitas pesquisas ainda precisam ser feitas.



OUTRO TÓPICO:



[por Sonia Corazza]

A estrutura do cabelo

O cabelo é formado de cadeias poli-peptídicas, isto é, séries de amino-ácidos(AA) que se organizam para formar a estrutura da queratina. Entre os AA, o mais relacionado a estrutura do fio é a cisteína. E para reformatar mecânica e termicamente o fio de cabelo é fundamental “quebrar” essa cadeia cisteínica, facilitando a ação da prancha térmica.


Como alisar os fios de cabelo

Para conseguir um novo formato para fios cacheados, crespos, ou encaracolados é necessário fazer a “quebra”, ou ataque das pontes de enxofre contidas na cisteína. De maneira geral isso é conseguido com fórmulas contendo alguns agentes químicos conhecidos, como os hidróxidos de sódio, cálcio ou guanidina, e também com tioglicolatos de cálcio ou sódio. Essa ação acontece no pH altamente alcalino, entre 12 e 14.

Também se pode fazer essa “quebra” com formol, ou formaldeído, que é o aldeído mais simples, de fórmula molecular H2CO. Saiba que quando se prepara uma mistura de mais de 40% de formol em água, obtem-se o metaformaldeído, de fórmula (H2C2O)3 ; hoje o formol é comercializado em concentração de cerca de 37% de aldeído e 7 % de metanol, atuando numa faixa de pH entre 2,8 e 4,0, portanto bastante ácido.


Que novidade é essa, alisamento a base de carbocisteína?

O que tem sido comercializado como grande novidade na área de alisamento é, na realidade, uma tratamento químico de oxi-redução em pH francamente ácido, na faixa de 1,0-1,5, associando-se o ácido glioxílico a uma base de amino-ácidos.
Quem faz essa ação é o ácido glioxílico ou ácido formilfórmico, que é um ácido aldeídico muito simples, exatamente como o formol, cuja fórmula linear é OHC-COOH. Não há milagres “naturais”, se você deseja reformatar o fio de cabelo, precisa romper a estrutura da cisteina, atacando as pontes de enxofre do cabelo.
Então, somente para que fique tudo muito claro, nessa nova moda de alisantes, quem faz a ação queratolítica, desestruturadora, é o ácido glioxílico. Nenhum amino-ácido tem essa capacidade. O que estes AA fazem é simplesmente tentar devolver um pouco de matéria ao fio agredido.




beijos a todas!
Cláudia Souza







sábado, 14 de maio de 2011

PESQUISA APONTA SUBSTÂNCIAS PREJUDICIAIS À SAÚDE EM ESMALTES





Depois de analisar 12 tons de esmaltes da cor branca das marcas Colorama, Risqué e Impala, a Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Pro Teste) afirmou que há substâncias prejudiciais à saúde em alguns deles. O dibutilftalato e o nitrotolueno já foram eliminados das fórmulas de esmaltes vendidos na Europa, por serem considerados cancerígenos. Mas, no Brasil, ambos são permitidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Segundo a Pro Teste, os esmaltes da Impala (inclusive os da linha hipoalergênica) contém dibutilftalato, e os da Risqué, nitrotolueno. Ambos trariam ainda tolueno, solvente usado para fixação, em quantidades próximas ao limite permitido. A associação pediu à Anvisa que proíba a inclusão das substâncias nas fórmulas.

Defesa

Em sua defesa, o Laboratório Avamiller de Cosméticos Ltda, responsável pela marca Impala, informou que seus produtos atendem integralmente à legislação brasileira, sendo notificados na Gerência Geral de Cosméticos da Anvisa (GGCOS). O laboratório diz que os hipoalergênicos passam por testes com métodos internacionais de pesquisa para seres humanos e atendem à Resolução 196 de 10/10/96, do Conselho Nacional de Saúde.

A Niasi, empresa que produz os esmaltes Risqué, reforça que eles são aprovados pela Anvisa. E alega que os testes não foram acompanhados pela fábrica, que não conhece o laboratório responsável.
texto retirado com todos os méritos por:
http://www.dihitt.com.br/barra/pesquisa-aponta-substancias-prejudiciais-a-saude-em-esmaltes-

CORTES CURTOS E LONGOS 2011!

RESOLVI COLOCAR ALGUMAS FOTOS DE TENDÊNCIAS DE CORTES PARA 2011, JÁ QUE TODA MULHER FICA INDECISA NA HORA DA ESCOLHA, CERTO?
MULHERADA DO MEU BRASIL, TEM PARA TODOS OS GOSTOS E ATITUDES!! 
AGORA É SÓ ESCOLHER!!
BEIJOS A TODAS!


Hidratação capilar com óleo de argan até uma escova de argan!

TRATAMENTO COM ÓLEO DE ARGAN É SUCESSO!


O óleo vem sendo chamado também de ouro líquido (gold liquid), não apenas pela cor bem amarelada, mas pela preciosidade que envolve todo o processo. Ele é resultado da extração de amêndoas e frutos secos de uma árvore (Argania spinosa) disponível apenas no Sul do Marrocos.



A produção de alguns mililitros desse óleo exige muitas horas de trabalho artesanal, feito somente por mulheres de cooperativas. As marroquinas, aliás, conhecem de longa data o poder de hidratação dessa substância natural.

Aos salões de beleza brasileiros, o argan começou a chegar timidamente no início do ano passado, depois de congressos internacionais de beleza chamarem a atenção para o produto. Hoje, é encontrado em mais lugares, e a hidratação dura menos de uma hora. Os preços vão de R$ 120 a R$ 240. Funciona assim: no lavatório, o cabelo recebe uma máscara de creme com algumas gotas do óleo. Depois de enxaguado e seco, um pouco do óleo puro é espalhado ao longo dos fios, antes da escova, que vai "selar" as cutículas. O efeito das madeixas macias e brilhosas pode durar até cinco lavadas.



Em alguns salões, além da hidratação, o óleo de argan virou uma opção de escova progressiva orgânica, sem nenhuma gota de formol. Na fórmula, o argan mistura-se a aminoácidos.




Dermatologista  vê com entusiasmo a popularização do óleo de argan. A médica, que há anos sugere o óleo manipulado às clientes, explica que ele penetra mais facilmente na pele.
- Ele tem uma composição muito semelhante à dos óleos que a gente tem na pele e, por isso, consegue atingir camadas mais profundas. É bom também para as unhas, deixa as lâminas com aspecto mais bonito - explica. - É um produto de multiuso que só traz benefícios."

quinta-feira, 5 de maio de 2011

HAIRTECH, 1° SEMESTRE DE 2011

O tema do Hairtech do 1° semestre no rio de janeiro, que aconteceu no dia 02 de maio, no Hotel Guanabara Palace, teve o tema de Life Imbalance, a Equipe Team da Itallian Hairtech, trouxe as tendências de outono - inverno, expirados na vida em desiquilíbrio. 
cores quentes e cortes desconectados, além dos cabelos com volume e cacheados estão em alta nessa nova estação do ano.
Os teams : Andrade Oliveira, Dri, Carlos, Jerrys, Dináh Barros e a equipe Itallian local : Noemia Farias, Anna Cecília, Renata Machado, Adélia Miranda, Tamara Cardoso, Cláudia Souza, Renata Montovani, Phillip e Eliane Heinein, trabalharam em conjunto para mostrar ao público presente as tendências.
O evento também contou com a presença do diretor técnico da empresa Sr. Flávio Domicciano e com a equipe comercial comandada pelo supervisor comercial da região Sr. Ricardo Blaiotta, que levaram seus clientes ao evento.











segunda-feira, 25 de abril de 2011

COLEÇÃO TENSHI ELIANA

Os adesivos para unhas estão fazendo a cabeça de muitas mulheres. Febre entre as celebridades internacionais,  o produto que substitui o esmalte acaba de ser lançado pela coleção Tenshi Eliana Super Pérola, assinada pela apresentadora , Eliana.
Os adesivos substituem os esmaltes, duram de 5 a 10 dias e não saem na água. É uma ótima opção,para quem está sem esmalte e aparece aquela festa de última hora, você fica linda em pouco tempo e ainda fica na moda!!!